Pular para o conteúdo principal

• A única voz agora...



A única voz agora...
É esse sentimento
Vago em meu silêncio

Não afundarei mais nesse caos
Nem espalharei pranto
Só amarei e me machucarei se preciso

Só esperarei...
Só murcharei de tanto amor!
---
Autoria: Franciéle R.Machado

Comentários

  1. É simples, mas eu gosto muito dessas poucas palavras =D

    ResponderExcluir
  2. Simples nada! É de uma grandiosidade tal que se colocasse mais palavras perderia valor. Lindo! Só o amor pra nos machucar e continuarmos em busca dele. Beijo.

    Ps: Adoraria ter um banner, mas não sei fazer, quero fazer parte do teu mundo da mesma forma! Qualquer coisa coloca meu link, ou não... Eu continuarei a te ler e perseguir.. Rs!

    ResponderExcluir
  3. passar por coisas assim somente por amor mesmo*

    Beijos

    ResponderExcluir
  4. Não é preciso gritar para se expressar; o silencio é poderoso, e pode falar por si só.
    As vezes temos de trancar em nosso interior muita coisa de nós, mas nem por isso deixamos de sentir profundamente.
    Coisas do amor tudo isso; não escolhemos dores e sofrimentos, mas eles sempre vem, e temos de nos acostumar.
    A flor que um dia murcha, dará lugar a um novo botão em algum momento novamente. A vida é feita de fases, basta que saibamos aproveitar a cada uma.

    Passei por seu blog e amei suas poesias.
    Sentimentos reais e tocantes em cada expressão!'
    Estou a te seguir, amei esse cantinho mágico.
    Beijos carinhosos...
    E meu humilde espaço está aberto para sua visita (:

    ResponderExcluir
  5. Sempre belas as suas poesias, Fran!! Beijos, boa noite ;)

    ResponderExcluir
  6. Gostei muito do seu post, pois é simples e direto me identifiquei bastante :n

    bjoS;*!

    ResponderExcluir
  7. Como dizem, um olhar vale mais do que palavras!
    Adorei!
    Bjs


    www.bellezapoemesa.blogspot.com

    ResponderExcluir
  8. Oie, andei passeando pelos blogs e vi o seu, gostei bastante das suas poesias, é bom ver que somos muitas as meninas que gostamos de escrever! e parabens pelos poemas, são realmente otimos!

    ResponderExcluir
  9. MESMO ASSIM O SILENCIO AINDA MUITO DIZ...


    GOSTEI DOS TEUS POEMAS PARABENS!!!

    SOU TEU SEGUIDOR!

    ResponderExcluir
  10. Bom eu gostei muito, como disse a moça ali de cima... Poucas palavras fazem sentir que simplesmente falou tudo! abraços e meus sinceros parabéns! Vou te visitar sempre... ja estou te seguindo abraços apertados em ti!

    ResponderExcluir
  11. muito bom seu blog! poucas palavras que dizem muito!

    ResponderExcluir
  12. Aiiiin Fran! Saudades!!!
    Sumiu do meu humilde bloguinho pq? ): ahusahsua

    Bom, tenho que dizer que este post parece que foi escrito por mim. =/ Acho que ele representou tudo que estou sentindo e tudo que eu queria escrever, mas não encontrava palavras para expressar. :~
    Em tão poucas linhas contém tanto sentimento.

    Beijos, Fran.
    Tenha um ótimo feriadão e não suma! ):
    Sinto falta de suas palavras amigas ;) rsrs

    ResponderExcluir
  13. Quero ser poeta q nem a Fran. Fico besta de ver! Bjs.

    ResponderExcluir
  14. Perfeito. Essa é a única palavra que eu consegui encontrar para descrever o seu texto.
    Parabéns pelo blog.

    Estou seguindo...

    ResponderExcluir
  15. Belo post...

    Muito bom, parabéns!!!

    Conheça meu espaço...
    http://mailsonfurtado.blogspot.com

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui algumas palavras sobre o que compreendeu, a sua percepção do que leu...

Postagens mais visitadas deste blog

● Ponteiros tortos

Quantos sonhos loucos passaram por tua porta? Não viu as cores que tecem o céu, que mudou há tempos Perdemos a lucidez desde os anseios mais remotos Desde que a dúvida, calou qualquer tentativa torta
Me desnorteia respirar nesse véu de dias iguais Eu conversaria por horas dentro de mim mesma Com os mesmos traços e ainda os mesmos pedaços Embora sinto que meus anos correram demais
Voltaria para quem fui, correndo ao alento Retalhos do que bastou para amar, não seria para depois Basta de fugir do meu eu, sem contentamento! Eu e meus batimentos descompassados não somos dois 
Corremos na linha de qualquer outra perdição Entre a brandura e a loucura, sem ponteiros para seguir Na frente aos pés, aos poucos sinto a leve intuição Alguém mais despertou depois de tempos sem sentir?

Autoria: Franciéle R. Machado

• Avessos

Não sou eu há dias, ou horas Nem anteontem desde o sentido distorcido Que vaga beirando ao silêncio Linha tênue que embriaga
Não sou horizonte, nem estrada Pois parei em pontos distantes Além da lua e da noite E há dias permaneço assim intacta
E dentre tropeços, perdi os endereços Tenho casa só dentro de mim Para não dizer que sou perdida Nestas linhas vastas de insensatez
Não sei onde ficou o espelho Pois esta face não é minha Desde que me tornei ventania desfocada Que passeia sem qualquer adereço
Embora tenha no peito ideias sozinhas Que dos avessos perdem-se por aí Não sou eu, faz dias, um mês E quem sou? Linha do verso só por dizer?
Autoria: Franciéle Romero Machado

Amigos, desculpe a ausência do blog...Continuarei compartilhando cada verso com vocês!

Peito em estopim

Conversas do anoitecer
Só eu e você
Dentre olhares confortáveis

Reinvento, paisagens aleatórias de nós
O teu humor tão seguro de si
Um gosto de que algo entre nós 
Não pode fugir assim

Um salto no ar, pra quem quer tanto
Quando teus olhos me abraçam
Te percebo em cada canto
Da minha projeção mais impensável

Sei que não é pouco
Amar desperta a intenção
De embaralhar toda a nossa razão

Insano, como quem declara o que sente tão alto
E se o depois não houvesse?
Sorriria para ti, pois viveu um sonho em mim

Um tormento que me desatinou
Um suspiro em sua voz, ouço em meu interior
A vida que desabrochou de novo enfim

Quando nos reconstruímos
Mesmo quando parecera arrancar esse afeto por medo
Reviveu, peito em estopim

Pois decerto não era para ser o fim

Autoria: Fran Romero