Pular para o conteúdo principal

• Tanta desordem assim


Não lute contra as minhas lágrimas, porque elas se sentem tão bem...
E eu, eu vou lembrar como voar
Desbloquear os céus em minha mente (Trecho da canção Secret Door- Evanescence)



----------------------------------------------------------------------





Na desordem deste tempo insatisfeito
Em frias conversas interiores busco achar
Meu real ar, real amor, real eu

De cometer erros sempre fui um ser suspeito
Ainda mais de a mesmice me largar
Poderei despedaçar de como quem tanto sofreu

Eis que nem chorei tanto quanto antes
Mas ensopei de lágrimas ao te desvendar
Além do minha afeição e mentes desenganadas

Fragmentos do meu eu em nossos instantes
É tão sofrido quando tentar te odiar
Não quero me tornar um vestígio de coisas findadas

Porém, vou lembrar de quem sou sorrindo
Te oferecer meu abraço de despedida por final
Nem ódio naquele último olhar inoportuno

Finja então que não está de vez indo
Até que você volte a meu sonho ser banal
Vou te ofuscar de mim com a luz do tempo noturno
---
Autoria: Franciéle R.Machado

Comentários

  1. isso sooun melancolico embora queira parecer forte

    gostei muito fran

    amo poesia vc ja sabe né


    Eis que nem chorei tanto quanto antes

    eu tbm nao

    ResponderExcluir
  2. Vc é maravilhosa flor!
    uma bela artista, tão novinha e tõ sensível aos detalhes da vida!!
    bjão

    ResponderExcluir
  3. Gostaria de agradecer a vocÊ todo o carinho e as visitaas, opiniões em meu blog esse ano!

    Mais um ano chega e desejamos sempre que ele seja muito melhor do que está acabando.

    Assim, te desejo tudo de bom, felicidades MIL!

    Obrigado por tudo e Feliz Ano Novo!

    ResponderExcluir
  4. Olá nos ajude a chegar na nossa meta 150 seguidores antes de 2012, ficaremos muito agradecidas.

    http://fikaaqui.blogspot.com

    ResponderExcluir
  5. Sem Fim
    Eu me lembro de você
    De alguns beijos inesquecíveis
    De alguns exageros românticos
    De alguns minutos com você
    Sonhando como adolescentes
    Com o amor pra sempre
    Perfeito como ele deveria ser
    Eu me lembro de você
    De quando eu lhe mandava cartas
    De quando eu dormia pensando
    Em seu lindo sorriso adolescente
    De quando minha vida era simples
    Como falar de amor pra você
    De quando você era minha menina
    De quando eu sonhava com você
    Sendo minha esposa adolescente
    Com esses olhinhos infantis
    Que um dia brilhou de amor por mim...
    Eu me lembro de você
    Do meu primeiro beijo
    Com som romântico de fundo
    E de seu cheiro maravilhoso
    Eu me lembro de nós dois
    Do começo do nosso amor
    De como fomos felizes
    Do nosso amor sem “fim”.

    http://diego-nobre.blogspot.com/2011/02/sem-fim.html

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui algumas palavras sobre o que compreendeu, a sua percepção do que leu...

Postagens mais visitadas deste blog

● Ponteiros tortos

Quantos sonhos loucos passaram por tua porta? Não viu as cores que tecem o céu, que mudou há tempos Perdemos a lucidez desde os anseios mais remotos Desde que a dúvida, calou qualquer tentativa torta
Me desnorteia respirar nesse véu de dias iguais Eu conversaria por horas dentro de mim mesma Com os mesmos traços e ainda os mesmos pedaços Embora sinto que meus anos correram demais
Voltaria para quem fui, correndo ao alento Retalhos do que bastou para amar, não seria para depois Basta de fugir do meu eu, sem contentamento! Eu e meus batimentos descompassados não somos dois 
Corremos na linha de qualquer outra perdição Entre a brandura e a loucura, sem ponteiros para seguir Na frente aos pés, aos poucos sinto a leve intuição Alguém mais despertou depois de tempos sem sentir?

Autoria: Franciéle R. Machado

• Avessos

Não sou eu há dias, ou horas Nem anteontem desde o sentido distorcido Que vaga beirando ao silêncio Linha tênue que embriaga
Não sou horizonte, nem estrada Pois parei em pontos distantes Além da lua e da noite E há dias permaneço assim intacta
E dentre tropeços, perdi os endereços Tenho casa só dentro de mim Para não dizer que sou perdida Nestas linhas vastas de insensatez
Não sei onde ficou o espelho Pois esta face não é minha Desde que me tornei ventania desfocada Que passeia sem qualquer adereço
Embora tenha no peito ideias sozinhas Que dos avessos perdem-se por aí Não sou eu, faz dias, um mês E quem sou? Linha do verso só por dizer?
Autoria: Franciéle Romero Machado

Amigos, desculpe a ausência do blog...Continuarei compartilhando cada verso com vocês!

Peito em estopim

Conversas do anoitecer
Só eu e você
Dentre olhares confortáveis

Reinvento, paisagens aleatórias de nós
O teu humor tão seguro de si
Um gosto de que algo entre nós 
Não pode fugir assim

Um salto no ar, pra quem quer tanto
Quando teus olhos me abraçam
Te percebo em cada canto
Da minha projeção mais impensável

Sei que não é pouco
Amar desperta a intenção
De embaralhar toda a nossa razão

Insano, como quem declara o que sente tão alto
E se o depois não houvesse?
Sorriria para ti, pois viveu um sonho em mim

Um tormento que me desatinou
Um suspiro em sua voz, ouço em meu interior
A vida que desabrochou de novo enfim

Quando nos reconstruímos
Mesmo quando parecera arrancar esse afeto por medo
Reviveu, peito em estopim

Pois decerto não era para ser o fim

Autoria: Fran Romero